quinta-feira, 31 de julho de 2008
Yara 2
RBS TV NA NORUEGA
quinta-feira, 24 de julho de 2008
GEFCO na Expo Logística
O novo diretor geral da GEFCO do Brasil, Paul-Henri Fréret, estará disponível no estande da empresa para falar sobre as perspectivas do setor no País, além do desempenho da empresa no primeiro semestre deste ano. Ele poderá, inclusive, fornecer detalhes sobre as instalações dos novos Hubs em São Paulo e Rio de Janeiro.
Fósseis confirmam: Antártica já foi mais quente
Pequenos fósseis encontrados na Antártica confirmam que o continente gelado já foi um lugar mais quente – cerca de 14 milhões de anos atrás. A teoria, publicada nesta quarta-feira na revista científica Proceedings of the Royal Society B, foi elaborada por uma equipe de pesquisadores de universidades americanas e britânicas, depois que um estudante da Universidade da Dakota do Norte (EUA) achou restos de ostracodes (um tipo de crustáceo) pré-históricos em um dos famosos vales secos da Antártica.quarta-feira, 23 de julho de 2008
Estado de Erro
Carência III
Em sua coluna no site Net Marinha, Sérgio Barreto Motta, revela que segundo os dirigentes do Syndarma, de forma alguma o problema não está nos salários. Eles garantem que, na área de apoio marítimos, os oficiais recebem acima de R$ 9 mil mensais e que há casos de comandantes com salários de R$ 20 mil.Carência II
Na opinião do vice-presidente executivo do Syndarma,Roberto Galli,o estudo veio confirmar o sentimento, que já existe desde 2003 no Syndarma, da necessidade de medidas imediatas quanto ao aumento nos efetivos de oficiais de náutica e de máquinas egressos dos centros de instrução da Marinha. Segundo Galli,com os recentes planos de expansão da frota de apoio marítimo, navios-sonda e petroleiros, e a contratação efetivada de porta-conteineres, essas medidas se tornaram ainda mais necessárias.Estudo indicou carência de Oficiais de Marinha Mercante e apontou como causas:
Evasão (superior a 60%)
Expansão do mercado (principalmente apoio marítimo e Petrobrás), tendo como conseqüência imediata um programa de incorporação de 237 embarcações de transporte e de apoio marítimo a serem entregues até 2013.
Formação insuficiente de oficiais frente à demanda crescente
Resolução Normativa nº 72, do Conselho Nacional de Imigração, que estabelece que embarcações estrangeiras operando em águas brasileiras por período superior a 90 dias têm que incorporar à sua tripulação Oficiais brasileiros. O percentual de oficiais a ser incorporado aumenta com a extensão do período de operação.
CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
A atual carência de OMM’s brasileiros é administrável, porém o crescimento dessa carência, sem intervenção governamental, poderá afetar negativamente o desenvolvimento das atividades de marinha mercante, atingindo, em cadeia, diversos setores tais como transporte rodoviário, petroquímica e construção naval.
Uma intervenção governamental efetiva poderá reduzir a curto prazo os efeitos nocivos da carência de OMM’s e eliminá-los em alguns anos. Se nada for feito, o déficit de oficiais chegará a 1.400 em 2013.
Uma solução sugerida é o aumento substancial da quantidade de matrículas nas EFOMM’s, bem como a ampliação de suas capacidades. A DPC já tomou todas as providências ao seu alcance para solucionar esse desequilíbrio de oferta e demanda e conseguiu minorá-lo. A previsão é operar a 82% de sua capacidade plena de 2008 a 2010 e a 100% de 2010 em diante (544 OMM’s formados por ano).
A partir de 2012 a insuficiência de oferta de OMM’s brasileiros pode ser remediada aumentando-se já em 2009 a capacidade das Escolas de Formação de Oficiais de Marinha Mercante para 1.300. Esse número leva em conta a admissão de oficiais estrangeiros até 2011, que irá reduzir a carência prevista para 2012 dos 1311 oficiais previstos, para 210.
Carência de oficiais da Marinha Mercante deve atingir 25% da demanda nos próximos dois anos
Jornalista Adriana Alves da FSB Comunicações, envia notícia preocupante para o setor da Marinha Mercante. Nesta quarta-feira, o Sindicato dos Armadores (Syndarma) divulgou estudo da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), que revela conclusões que vão dar o que falar.quarta-feira, 16 de julho de 2008
Eles estão de volta III
A aparição de pingüins no litoral gaúcho e catarinense é mais comum do que em São Paulo e no Rio de Janeiro. “Estamos batendo o recorde de animais encontrados. Em 2006, só no Zoológico de Niterói, foram registrados 250 pingüins.
Em 2007, quase não houve registro. Neste ano, já temos 92 animais conosco, desde junho, em tratamento no zoológico. Com certeza há mais no estado”, afirmou Muniz. Quando surgem nas praias brasileiras, os pingüins estão quase sempre machucados, sujos de petróleo, enroscados em redes de pesca ou muito cansados. “Quase sempre não são adultos. Normalmente são aves que fizeram seu primeiro mergulho no mar e não têm muita habilidade”, disse o veterinário do Zoológico de Niterói.
Em São Paulo, a região mais comum de se encontrar os pingüins é o litoral norte. Os casos mais recentes foram registrados em Ubatuba e são tratados pelo aquário da cidade. O veterinário Pinho da Silva afirmou ainda que os pingüins procuram terra firme para se aquecer. “Quando ficam sujos de óleo, a temperatura do corpo deles cai e tentam se aquecer em solo. A temperatura média das aves é de 41 graus.”
Por serem filhotes, os pingüins se dispersam por causa das tempestades como o El Niño e La Niña. “A corrente das Malvinas é muito intensa e faz com que os animais cheguem ao litoral do Rio de Janeiro.”
Eles estão de volta II
A maioria dos pingüins encontrados no país é formada por filhotes. “É o chamado processo de dispersão. É quando os filhotes começam a sair de seus ninhos em busca de independência e de comida. Eles acabam se perdendo dos grupos e aparecem nas praias brasileiras”, disse Thiago Luiz Muniz, médico veterinário do Zoológico de Niterói, no Rio de Janeiro.
Os pingüins encontrados no Brasil são da Patagônia, na Argentina, onde vivem em colônias. A viagem é de aproximadamente 5 mil quilômetros até as águas tupiniquins mais distantes.
“Eles sobem pela corrente das Malvinas e chegam ao litoral sul do país depois de seguirem os cardumes de anchovas. O período que costumam aparecer por aqui é entre os meses de junho e setembro”, disse Rodolfo Pinho da Silva, veterinário da Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG), no Rio Grande do Sul.
Eles estão de volta I
Muito boa a reportagem assinada por Glauco Araújo e publicada hoje no Portal do G1, sobre os pingüins, que chegam ao nosso litoral, manchados de óleo e debilitados. Pesquisadores, biólogos e veterinários têm registrado um aumento do número de pingüins encontrados na costa brasileira em 2008. De janeiro até julho deste ano, vários deles foram localizados nas praias gaúchas, catarinenses, paulistas e cariocas. Alguns mortos e outros ainda com vida. Não há um número fechado sobre a aparição dessas aves no Brasil, mas os casos estão ficando cada vez mais comuns, segundo especialistas em aves marinhas desses estados.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Ela vai partir

Rio Grande na rota das exportações
Quem mais embarcou POSIÇÃO / MUNICÍPIO / EXPORTAÇÕES
23 / Rio Grande / US$ 950,32 milhões
32 / Triunfo / US$ 661,06 milhões
38 / Canoas / US$ 576,95 milhões
39 / Porto Alegre / US$ 573,25 milhões
43 / Caxias do Sul / US$ 524,47 milhões
46 / Montenegro / US$ 478,76 milhões
63 / Santa Cruz do Sul / US$ 322,82 milhões
73 / Venâncio Aires / US$ 252,70 milhões
81 / Gravataí / US$ 230,56 milhões
88 / Lajeado / US$ 208,73 milhões
98 / São Leopoldo / US$ 170,66 milhões
114 / Novo Hamburgo / US$ 139,82 milhões
115 / Sapiranga / US$ 139,21 milhões
segunda-feira, 14 de julho de 2008
O que é fumigação/ Expurgo
Consiste em aplicar inseticidas na forma de gás, promovendo a eliminação de pragas. É indicado no controle de insetos voadores e rasteiros, de produtos armazenados, de plantas de processamento de alimentos, de moinhos, entre outras. O método não contamina e preserva o produto quanto à vitalidade, o cheiro, o cheiro, o sabor e à aparência.Sucesso da OTM
Com apenas cinco anos de atividade, a OTM, empresa especializada em controle de pragas, já está posicionada entre as maiores do setor de tratamento fitossanitário no Rio Grande do Sul. A empresa, com sede em Rio Grande, tem sete filiais distribuídas pelo Estado, no Paraná e em Santa Catarina e São Paulo. Para acompanhar essa expansão, a empresa decidiu investir na capacitação interna e, com isso, aumentar a competitividade em suas relações comerciais. No comando da OTM está Matheus Trindade (foto). No mercado gaúcho, atua também nos portos secos, por meio de parceria com a Estação Aduaneira do Interior do Estado do Rio Grande do Sul (EADI Sul). sexta-feira, 11 de julho de 2008
Dragagem IV-Entenda o caso
1-Em dezembro de 2007 o presidente Lula assinou a lei 11.610, abrindo o mercado para as empresas estrangeiras. Com isso, a atividade dragagem não foi mais enquadrada como apoio portuário. Os contratos obedecerão ao critério que o governo chama de dragagem por resultado, que tem dois componentes.Dragagem III

Dragagem II

Boa notícia

CRACK 2
Rio Grande na rota do Crack
Valores
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Hospital para os pingüins
http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=27038&channel=49
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Rede francesa abrirá um hotel em Rio Grande
Sem dúvida é uma boa notícia para Rio Grande. A rede hoteleira francesa Accor irá construir mais quatro hotéis da bandeira Ibis no Interior do Estado, no prazo máximo de três anos. Está certo ainda um quinto em Porto Alegre, na categoria entre o luxo e o econômico, cuja marca ainda não foi definida.Câmara do Comércio do Rio Grande
Tenho dito diversas vezes, que os investimentos que estão chegando em Rio Grande, são frutos de um trabalho que envolve toda a comunidade, é um trabalho conjunto que engloba a Prefeitura, o governo do Estado, Federal, entidades, sindicatos e etc. Neste aspecto, importante destacar o trabalho desenvolvido pela Câmara de Comércio e sua diretoria, liderada pelo presidente João Touguinha (foto). A entidade esteve no comando de todas as ações que visavam e visam o desenvolvimento econômico de Rio Grande.Lutou pela construção dos Molhes da Barra; apoiou o setor têxtil, pujante na época, justificando o titulo de “Cidade das Chaminés”; incentivou a implantação da Refinaria de Petróleo Ipiranga, em 1937, que iniciou uma nova etapa de desenvolvimento para os rio-grandinos.
Na história mais recente, a Câmara de Comércio acompanha de perto, sem discursos ideológicos e apaixonados, os investimentos que já chegaram à Rio Grande como a P-53 e o dique seco, bem como os futuros empreendimentos que estão por vir. Parabéns ao João Touguinha e toda a sua diretoria.
Encontro II
A tarde,às 18 horas, também na Câmara de Comércio, estará presente o engenheiro Roberto Dieckmann, Diretor de Operações do Estaleiro Rio Grande. Ele vai falar sobre a ampliação do Estaleiro. Uma boa oportunidade também para Dieckmann abordar a segunda fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da Transpetro, com o pedido de compra de 22 novos petroleiros, que contempla o Estaleiro Atlântico Sul em Suape, Pernambuco. O edital está dividido em 6 lotes. O mais interessante para o EAS é o lote 1, de construção de 4 Suezmax - o mesmo tipo de navio de grande porte que o estaleiro já vai construir para a Transpetro dentro do Promef 1. Rio Grande está na expectativa de também ser contemplado com a construção de navios.terça-feira, 8 de julho de 2008
Encontro das Alianças
Hidrovia III
A celulose é uma das principais cargas transportadas pela hidrovia para o porto do Rio Grande com uma movimentação de cerca de 400 mil toneladas ao ano. Além dela, são destaques os produtos petroquímicos e o farelo de soja.Hidrovia II
Aumentar a participação das hidrovias nos transportes, no estado, é uma idéia antiga e que ganha força com o atual governo. Diversos fatores adiam sua concretização. Um deles, o principal, é a inexistência de uma mentalidade de diversificação inteligente de modais.Hidrovia I

segunda-feira, 7 de julho de 2008
Um trabalho a ser destacado
Artigo: Os Ogmos estão em crise-Wilen Manteli/Pres. ABTP

sábado, 5 de julho de 2008
Para enfrentar China, brasileiros vendem ‘sapato de marca’ no exterior
Para não perder faturamento, as empresas investem em produtos de maior valor agregado e buscam fortalecer suas marcas no mercado internacional.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Centro Clínico II
25 anos investindo na saúde do Rio Grande
CENTRO CLÍNICO EM NÚMEROS
Área: 2.048 metros quadrados
Consultórios: 41
Salas de Cirurgia: 04
Salas de Enfermagem: 04
Salas de Observação: 02
Ambulâncias:03
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Sob medida
Preparando terreno


Aço com macaxeira
Ampliação dos Molhes da Barra foi retomada
A obra de prolongamento dos Molhes da Barra do Rio Grande que estava paralisada desde dezembro de 2002 já foi retomada. Desde o último dia 15, estão sendo lançadas pedras no Molhe Leste, localizado do lado de São José do Norte, atualmente com o auxílio de um trator. Conforme o engenheiro José Evânio Figueiredo, fiscal da Secretaria Especial de Portos (SEP), no Molhe Oeste, situado do lado do Cassino, a obra ainda não foi retomada, porque o Consórcio CBPO, Pedra Sul, Carioca/Christiani Nielsen e Ivaí, responsável pelo serviço, ainda está mobilizando o guindaste com capacidade para 200 toneladas de que necessita para o trabalho neste longo braço de pedra. No Molhe Leste, situado do lado de São José do Norte, será utilizado um guindaste com capacidade para 150 toneladas, que já está montado no molhe. Os guindastes são utilizados para colocação das pedras de maior porte e dos tetrápodes. Até o momento, estão sendo trabalhados 20 metros da ampliação com o lançamento de pedras do núcleo, que já está acima do nível da água. Pelo projeto, o Molhe Leste, que tem 4,2 mil metros de extensão, deverá ser ampliado em 370 metros, e o Oeste, atualmente com 3,1 mil metros, em 700. No entanto, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) renovou a Licença Ambiental da obra e autorizou a retomada parcial do prolongamento, possibilitando o trabalho em apenas 200 metros em cada molhe. A obra de prolongamento dos Molhes da Barra do Rio Grande se faz necessária para o aprofundamento do canal de acesso ao porto rio-grandino dos atuais 40 para 60 pés.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Energia renovável é "corrida do ouro verde", diz balanço da ONU

Entrevista João Touguinha,presidente da Câmara do Comércio do Rio Grande(RS)

João Touguinha:A CDL está fazendo um trabalho de levantamento de dados para saber o que foi alavancado nos setores de comércio, hotelaria e alimentação, que são bastante expressivos na cidade hoje. Já a habitação está muito carente, existindo casos de pessoas que trabalham em Rio Grande e moram em Pelotas, pela grande dificuldade de hotéis e aluguéis na cidade. Mas o grande destaque dessa mudança foi o comércio que estava muito esquecido.
Touguinha: Projetos desse porte, como também é o caso da Caixa RS , fazem com que para que o investidor possa retirar um valor , tenha que apresentar um projeto que deve ser aprovado pela financiadora. Mas a demora de todo esse processo burocrático faz com que o empresário procure outras empresas, pagando juros maiores que os previstos.
Touguinha: Rio Grande tem 538 hectares prontos para instalar qualquer tipo de empresa que seja implantada para suprir a necessidade do pólo naval, em questão de Zpes. A zona de Processamento de Rio grande é privilegiada em relação às outras que foram liberadas (Santa Catarina, Minas Gerais e Tocantins). As empresas instaladas em ZPEs são destinadas à exportação, mas poderão comercializar no mercado interno até 20% de sua receita bruta total de venda de bens e serviços, dando incentivo ao investidor. Mas a implantação da ZPE em Rio Grande ainda está dependendo da aprovação do presidente Lula. Dessa forma, automaticamente, esses investidores virão ocupar essa área privilegiada.
Touguinha: Nenhum setor foi prejudicado. No primeiro momento, o que se mostrou deficitário foi a hotelaria, pois alguns hotéis trabalhavam com prejuízo, tendo como saldo positivo no máximo 60% do investimento. Hoje, os hotéis estão trabalhando com 100% de ocupação, o que representa um grande retorno. Quanto ao comércio, muitas lojas melhoraram suas instalações para melhor atender a demanda, mas todo esse trabalho valeu a pena. A questão de alimentação cresceu muito e os restaurantes estão sempre lotados. As farmácias tiveram grande aumento em seu faturamento.Uma carência que Rio Grande apresenta é em relação ao ensino público. Estão vindo muitas famílias para a cidade, o problema de vagas é evidente e está sendo difícil para suprir. A cidade precisa se preparar mais para o futuro, especialmente os segmentos que estavam mais estagnados.
CM: Quanto ao investimento da Aracruz em São José do Norte, quais as perspectivas para a região sul? Rio Grande pode ganhar com isso?
Touguinha: O presidente, quando veio a Rio Grande, pediu sessenta dias para a iniciação da 392. Lula disse que a estrada começaria a ser construída pelo retido, e esse não tinha liberação. Mas, passou o tempo e passou o prazo. O presidente falou que se não houvesse negociação com o pedágio, seria construída uma estrada paralela e não pedagiada. Ainda não foi cumprido. Já foi feito um novo documento que retrata a necessidade de duplicação em função do número de acidentes que são apresentados todos os dias. É irreversível, o governo não tem como adiar mais essa situação, porque a estrada já está com a verba liberada dentro do orçamento da União. Quanto a toda parte técnica da liberação, está tudo aprovado. A qualquer momento, pode começar a construção de BR 392.
Conexão: Os representantes do Departamento Nacional de Infra-estrutura Terrestre (Dnit), quando questionados, afirmam que o órgão está com tudo pronto para começar a duplicação. O que falta para isso?
Touguinha: Nada. Só a boa vontade do governo federal.
GoldSeas II
A empresa começou a sua trajetória, atuando apenas no Porto de Rio Grande, mas no decorrer dos anos e com a exigência do mercado, cada vez maior, hoje através de sub-agentes, as cargas são liberadas além do porto gaúcho, em Porto Alegre, Chuí, Uruguaiana, São Borja, Foz do Iguaçu (PR) ,e Santos (SP). Todas as operações são coordenadas pelo escritório em Rio Grande. Hoje a empresa conta com dez funcionários.
GoldSeas completa 10 anos

Outro ponto forte da empresa, são as assessorias em regimes especiais, aduaneiros e também o transporte rodoviário de cargas perigosas e cargas em geral no Brasil e para os países do Mercosul.“Tivemos uma expansão gradativa neste setor, marcado por muito trabalho e sempre buscando as melhores soluções logísticas para atender os nossos clientes. Hoje somos uma empresa sólida e de ponta no mercado, graças a parcerias com colegas despachantes aduaneiros temos condições de atender todo Brasil”, comenta Mário Lucas, diretor da empresa .

