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domingo, 18 de setembro de 2011

Alpinistas ganham espaço nas indústrias de petróleo

No lugar das grandes montanhas, navios e plataformas de petróleo. O alpinismo ganhou um novo espaço nas indústrias do Brasil, principalmente no setor petroleiro. O chamado acesso por corda é utilizado para a execução de serviços de limpeza, tratamento e pintura de superfícies, inspeções e instalações de equipamento.


O curso de alpinismo industrial tem ganhado muito espaço com o avanço da indústria naval e petrolífera nos últimos anos. O trabalho tem uma exigência de segurança e técnica para sua realização. Os padrões de segurança estabelecidos pelas Normas de Regulamentação n°18 são à base do trabalho em altura. Por essa razão grandes empresas, como a Petrobras, exigem de seus alpinistas industriais a certificação específica do setor.


O trabalho industrial de acesso por corda foi desenvolvido, nos últimos 20 anos, pelo IRATA Internacional, a sigla em inglês da Associação Comercial de Alpinismo Industrial. Atualmente, o alpinismo é a forma escolhida para o acesso de grande parte do trabalho offshore no setor de petróleo e gás, bem como uma série de projetos em construção e engenharia civil. Na área de segurança industrial, as técnicas de alpinismo industrial possibilitam a diminuição no tempo dos trabalhos feitos em altura. Isso gera um aumento de produtividade e diminuição nos custos para as empresas.

No Brasil, as escolas e empresas seguem as normas do IRATA, a única associação ligada ao trabalho em altura no mundo. Em Rio Grande, a Oikos Brasil Assessoria Multidisciplinar está oferecendo o curso de Alpinismo Industrial. Segundo a diretora da escola, Mara Lúcia Zimpeck, a expansão do setor naval motivou a implantação do curso na cidade. “É necessária uma preparação específica para os trabalhadores. Queremos capacitar os trabalhadores locais fazendo com que as vagas de emprego geradas pelo pela indústria naval sejam preenchidas por rio-grandinos”, disse Zimpeck.

O alpinismo é a forma escolhida para o acesso de grande parte do trabalho offshore no setor de petróleo e gás

O foco dado pelas escolas está no setor petrolífero, na execução de limpeza pós-obra, pinturas externas e internas, impermeabilizações. Não há pré-requisitos para ingressar no curso de qualificação profissional, mas é necessário que a pessoa não tenha medo de altura e tenha maior idade. Porém, para a atuação como alpinista exige-se, além do certificado do IRATA - que é válido em 72 países -, a qualificação em algum curso técnico, no mínimo.  A certificação, atualmente, tem três níveis de atuação. Para mudar de nível, é necessário um ano de certificação mais mil horas de experiência, e é necessário fazer um curso de atualização.

Através de uma parceria com a TR4 Alpinismo e Resgate Industrial, a equipe que ministrará o curso é composta por ex. militares da Brigada de Infantaria Paraquedista. O treinamento deverá ser feito para turmas de até 12 alunos, com carga horária de 40h. “Não necessariamente quem conquistar este certificado irá utilizá-lo no Polo Naval. Temos muitas empresas, hoje, que estão se instalando na cidade e que exigem esta qualificação. A tendência é que profissionais com esta especialização sejam cada vez mais requisitados”, informou a diretora da escola Oikos Brasil.

Os interessados devem procurar a escola na Rua Zalony, 284, no horário das 13h às 18h ou contatar pelos telefones 53 91021308 ou 84094525, ou ainda pelo e-mail mara.oikosbrasil_qsms@msn.com.  Além do Alpinismo Industrial, a Oikos também oferece outros cursos como de Primeiros Socorros, Pintor Industrial e Limpeza e Higienização de EPI’s.
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domingo, 11 de setembro de 2011

Homenagens nos 167 anos da Câmara de Comércio

O jantar em comemoração ao aniversário de 167 anos de fundação da Câmara de Comércio do Rio Grande  será realizado no dia  30 de setembro às 20h, no Salão Nobre da entidade. Serão homenageados com o  Troféu Câmara de Comércio Luiz Carlos Hilário empresário proprietário da rede de hotéis Villa Moura e  Marcos Pereira Reis diretor de suporte corporativo da QUIP. Como Rio-Grandino ilustre Leonardo Martins Fernandez médico, chefe da emergência do complexo hospitalar da Santa Casa  Porto Alegre.

A entidade é a mais antiga entidade de classe do estado e a quarta do Brasil, fundada em 26 de setembro de 1844. Quando criada, a denominação era Praça de Comércio. Em seguida passou a chamar-se Associação Comercial e em 25 de setembro de 1919 recebeu a atual denominação.

Verdadeiras obras de arte integram o acervo da Câmara de Comércio. Uma delas é o quadro que retrata Buarque de Macedo, tela produzida pelo renomado pintor brasileiro Victor Meirelles. No livro de presenças constam assinaturas ilustres como as da princesa Izabel e do Conde D'Eu, que também visitaram a entidade.


O imponente edifício da Câmara de Comércio foi inaugurado na década de 40 do século passado. O prédio é composto de seis pavimentos, 22 conjuntos de salas comerciais, cinco lojas, além de salões sociais nos quatro e quinto andares. Também conta com auditório e toda a infra-estrutura para atender aos seus associados.


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É preciso qualificar


Hoje, sem dúvida alguma, o maior gargalo do setor naval é a mão de  obra. A revista Conexão Marítima já abordou esse tema em várias edições. Até 2014, cerca de 212 mil profissionais deverão ser qualificados em estados que não possuíam tradição naval, como o Rio Grande do Sul e Pernambuco. Em Suape, foi necessário importar a mão de obra do Japão, tamanho o gargalo neste setor. Em Rio Grande(RS), a falta de mão de obra qualificada, principalmente de soldadores, e a proposta de aproveitar trabalhadores do Município nas obras de construção de plataformas de petróleo, levaram a Quip S/A a montar uma escolinha de solda.

O projeto da escolinha começou a ser colocado em prática em setembro de 2010 e já qualificou soldadores em três ciclos. E tudo isso se justifica: o Brasil já é o quinto país, em um ranking, que possui mais encomendas para o setor naval, como plataformas e navios.
Na década de 70, o Brasil foi o segundo país mais importante na indústria naval mundial, com 40 mil empregos diretos gerados. A crise, na década de 80, fez esse número cair para 3 mil trabalhadores e quase falir o setor de navipeças brasileiro. Quarenta anos depois, é do fundo do oceano que está ressurgindo a oportunidade para milhares de brasileiros envolvidos na construção de embarcações.
Com a descoberta do pré-sal, a Petrobras vai investir pesado na exploração dessa riqueza submersa. Para isso, serão necessárias quase 200 embarcações, além de sondas e plataformas. E os desafios que vem por aí são imensos, grandiosos. Por conta das novas descobertas, a Petrobras vai encomendar prioritariamente à indústria nacional 230 embarcações até 2017.  A retomada da indústria naval é irreversível, bem como a sua qualificação.
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Mão de obra do EAS questionada

"O primeiro petroleiro nacional encalhou. É no que dá trocar as leis do mercado pela ideologia".  Revista Veja, Edição 31 de agosto de 2011

Com o título  " DINHEIRO AO MAR", a Revista Veja coloca em questionamento a qualidade da mao de obra do Estaleiro Atlântico Sul localizado em Suape(PE), e ao mesmo tempo denuncia uma grande " politicagem" para inaugurar o primeiro navio petroleiro construído no Brasil. Abaixo o texto da reportagem da Revista Veja:

A foto acima, de 7 de maio de 2010, retrata uma cena explorada à exaustão na campanha de Dilma Rousseff. Com pompa e circunstância. O então presidente Lula, com Dilma no palanque, exibia no Porto de Suape, em Pernambuco. O primeiro navio petroleiro construído no Brasil em catorze anos. Tudo teatro eleitoral. Tão logo a platéia se foi a embarcação voltou ao estaleiro e de lá nunca mais saiu. O que poucos sabiam até agora é que o vistoso casco do João Cândido - um portento planejado para transportar 1 milhão de barris de petróleo através dos continentes e que custou à Petrobras 336 milhões de reais (o dobro do valor de mercado) - escondia soldas defeituosas e tubulações que mal se encaixavam. Corria o risco de desfazer-se em alto-mar.
 
Concebido para ser o primeiro de uma série de 41 navios. Símbolo do renascimento da indústria naval, o petroleiro precisou ser parcialmente refeito. O término da reforma está prometido para as próximas semanas, mas técnicos ouvidos por VEJA afirmam que, dado o histórico de trapalhadas, o calendário pode atrasar.O João Cândido é o epítome da estratégia petista de privilegiar a todo custo mão de obra e fornecedores brasileiros como forma de fomentar os setores petrolífero e naval - a tal política do conteúdo nacional. De acordo com ela, no caso da construção de um navio, pelo menos 65% do valor final deve ser gasto no país.
 
Trata-se de uma regra que despreza a inteligência e o bom uso do dinheiro público, como bem ilustra o episódio do João Cândido. Foi o governo que patrocinou, por meio do BNDES, a criação do Estaleiro Atlântico Sul, encarregado de erguer esse e mais 21 petroleiros. Seus principais sócios são as empreiteiras Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, que já fizeram todo tipo de obra, mas nunca montaram nem sequer uma lancha.
 
Dada a magnitude do projeto, seria preciso que contratassem mão de obra altamente especializada. Mas quase todos os 2000 operários recrutados - incluídos aí canavieiros, donas de casa e sacoleiros da região estavam montando um navio pela primeira vez. "Com um contingente tão inexperiente, seria impossível não haver erros", diz Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura.

Todos os países que têm uma indústria naval forte tiveram um dia de destinar subsídios ao setor. Foi assim com o Japão e a Coréia do Sul, hoje os maiores produtores de navios do planeta. Só que lá, ao contrário daqui, estabeleceram-se exigências técnicas e prazos que obrigaram a indústria a ganhar eficiência e a se tornar independente do governo. Na primeira tentativa feita no Brasil de alavancar o setor, nos anos 60 e 70, foram todos à bancarrota assim que a fonte estatal secou. Agora, mais uma vez, é o governo, via Petrobras, que anuncia um investimento de nada menos que 9,6 bilhões de reais na área. Enquanto isso, o João Cândido continua emperrado - um monumento à incompetência a lembrar com que facilidade se pode lançar ao mar o dinheiro dos contribuintes.
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OAB cria Comissão de Direito Marítimo

Desde o mês de agosto, a OAB-RS, subseção Rio Grande passou a contar com uma nova Comissão de Direito Marítimo, Portuário e Aduaneiro.Entre outros objetivos, compete a Comissão estabelecer relações com organismos nacionais e internacionais, acadêmicos, governamentais e privados, tais como, administração dos portos, terminais, aduana, distrito naval, capitanias dos portos, tribunal marítimo, ANTAQ, entre outros, bem como com órgãos de representação da advocacia e do poder judiciário.

Para a advogada Daniela Ohana, a Comissão possui papel fundamental no incentivo à realização de estudos e pesquisas relacionados à ciência e à infraestrutura marítima, portuária e aduaneira. Sendo fomentadora de atividades acadêmicas voltadas ao estudo jurídico acerca dos impactos econômicos e sociais das políticas, programas e projetos relacionados ao Direito Marítimo, Portuário e de Aduaneiro.
 Abaixo a lista dos advogados que fazem parte da Comissão de Direito Marítimo, Portuário e Aduaneiro:

DANIELA OHANA MELLO LAGE BARROS BARBOSA – PRESIDENTE
 ARTHUR ROCHA BAPTISTA - SECRETÁRIO

DEMAIS MEMBROS:

ANDRÉ MOITA MONTEIRO
CHARLES ABRAO WYSE
ENIO DUARTE FERNANDEZ JUNIOR
EVERTON PEREIRA DE MATTOS
FRANK PEREIRA PELUFFO
MANOEL SAMPAIO ANTUNES
MARCO ANTONIO ESTIMA ANTONACCI
MARCELO SEDREZ ARAÚJO
RENATO LEONARDO CAETANO
SÉRGIO LIPINSK BRANDÃO JÚNIOR
THIAGO BARBOSA AZAMBUJA
CONSULTORES
MAXSOEL BASTOS DE FREITAS / FELIPE FERREIRA DA SILVA – OAB /POA
GUILHERME ACOSTA MONCKS / IGOR ZIBETTI – OAB/PELOTAS
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Poluição Oceanos II

A acidificação dos mares está sendo provocada pela elevada quantidade de gás carbônico lançada pelas chaminés dos grandes navios. Quem fiscaliza? Sem falar de derramamentos de enormes quantidades de petróleo de navios e plataformas que causam danos irreparáveis ao meio ambiente. Qual a indenização justa a ser paga por isso? Existe? Não se podem mais ignorar as conseqüências das ações humanas sobre a imensidão dos oceanos. É preciso mudar, transformar tudo isso, olhando para frente, investindo em educação, e enfrentando a realidade. Os vilões dessa história somos nós mesmos.
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Triste realidade

Não é de hoje que os oceanos são tratados como grandes latas de lixo. A humanidade não percebe e vai custar muito a perceber que existe uma capacidade limite de carga desses ambientes. É preciso encontrar um caminho que melhore o comportamento das pessoas, pois é um desrespeito aos oceanos lançar indevidamente cargas de óleo na água, despejar lixo no mar, reduzir a forma brutal de interagir com a natureza. As zonas costeiras do Brasil são desordenadamente ocupadas e devastadas, assim, suas riquezas não são utilizadas de forma a favorecer o meio. O repórter Mauro Pasin  assina a matéria de capa da edição 77 da Revista Conexão Marítima, e traça um ambiente nada favorável para o Planeta. Denuncia que todos os dias, os oceanos recebem toneladas de resíduos tóxicos e não tóxicos.

Setenta e sete por cento dos poluentes despejados nos oceanos vem de fontes terrestres e se concentram no litoral. A população que mora no litoral, ou passeia nele nos finais de semana, é uma das grandes responsáveis pelo lixo. Um estudo da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos estima que 14 bilhões de quilos de lixo são jogados nos oceanos todos os anos.


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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Ministro da Agricultura no Navegar

O ministro da Agricultura Mendes Ribeiro Filho confirmou presença no encerramento do Navegar 2011 que será realizado dia 2 de setembro às 20h00min. O evento, promovido pela revista Conexão Marítima, começa no dia 31 de agosto no Centro de Eventos do hotel NOVOTEL em Porto Alegre/RS.

A programação completa do evento pode ser acessada pelo site www.navegar-congresso.com.br

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Navegar II


No Navegar 2011, estão previstas palestras com representantes de empresas e estaleiros que estão se instalando em Rio Grande, como os dos Grupos Quip, Wilson,Sons, Estaleiro Brasil e Engevix. Segundo o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval e offshore (SINAVAL), Ariovaldo Rocha o cenário da indústria da construção naval, no segundo trimestre de 2011 registra nos estaleiros associados 56,3 mil empregos diretos e mais 32 mil empregos diretos na indústria náutica para lazer e turismo.
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Construção Naval no Brasil e dragagem serão temas do Navegar 2011

Com o foco em Hidrovias e Portos, Polo Naval e o Comércio Internacional, Logística e Transportes e Energias Alternativas e Renováveis,o Congresso Internacional Navegar 2011 será desenvolvido em três dias, de 31 de agosto a 02 de setembro, com apresentação de cases e palestras objetivando a aproximação de mercados comuns internacionais com interesse de investimentos e formação de parcerias comerciais e troca de informações, transferência de tecnologias e know-how nas áreas marítimo/portuárias, hidroviárias, naval e offshore. O evento é promovido pela Revista Conexão Marítima. Neste ano o Navegar será realizado no Centro de Convenções do NOVOTEL, na Av. Soledade, 575, na cidade de Porto Alegre/RS.

A Bandeirantes Dragagem e Construção Ltda. estará presente no evento. Outra empresa de dragagem que estará presente é a belga Jan de Nul. Com seis obras em andamento no Brasil, a Jan de Nul mantém quatro dragas autotransportadoras em atividade no país. A Boskalis do Brasil, Dragagem e Serviços Marítimos Ltda, também confirmou presença. A empresa está dragando o porto de São Francisco do Sul (SC). Ao término das obras, previstas para outubro, o porto catarinense passará a ter 14 metros de profundidade.

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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

SOBENA promove Seminário sobre Hidrovia

A Sociedade Brasileira de Engenharia Naval - SOBENA realizará em 2011 a sétima edição do Seminário de Transporte e Desenvolvimento Hidroviário Interior.
Depois de passar pelo Rio de Janeiro (RJ), em duas oportunidades, Jahu (SP), Corumbá (MS), Belém (PA) e Brasília (DF), o seminário chega ao sul do país, região responsável por parcela significativa do transporte hidroviário do Brasil.

O 7° Seminário de Transporte e Desenvolvimento Hidroviário Interior - SOBENA HIDROVIÁRIO 2011 será realizado nos dias 5 e 6 de outubro de 2011, no Hotel Embaixador, Rua Jerônimo Coelho, 354 - Centro, Porto Alegre (RS).

Com suas sessões técnicas e painéis temáticos, o SOBENA HIDROVIÁRIO 2011 promove a disseminação de estudos tecnológicos do setor. O seminário é uma excelente oportunidade para se discutir, com profundidade, o desenvolvimento sustentável do transporte hidroviário do país.


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Hyundai busca local para fábrica

Uma missão da coreana Hyundai esteve no Rio Grande do Sul para familiarizar-se com o setor metalmecânico gaúcho, e também em Rio Grande, onde acompanhou as atividades do polo naval. A principal pauta dos coreanos foi a definição do lugar e do dimensionamento da fábrica de elevadores da Hyundai que será instalada no Estado. O secretário do Desenvolvimento e Promoção do Investimento, Mauro Knijnik, classificou o encontro como “altamente positivo”. Ele relata que a decisão sobre a localização da unidade de elevadores deve acontecer ainda este ano.

Segundo o dirigente, a companhia não informou o tamanho do investimento que será realizado, mas busca uma área de cerca de 100 mil metros quadrados para instalar a planta. Além dessa iniciativa, o grupo avalia as possibilidades de investir em um terminal de regaseificação (gás natural liquefeito) e em um complexo logístico no município de Rio Grande.

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Emissões II

Em reportagem publicada no Jornal do Comércio/RS, o vice-presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Humberto Busnello, destaca que a regulamentação significará uma importante inovação para a cadeia logística. No entanto, ele adverte que essa modernização implicará aumentos de custos. “O segmento de cargas passará por um período de adaptação”, adianta Busnello. Apesar da perspectiva de maiores gastos, o dirigente não acredita que esse cenário impactará a competitividade do setor produtivo brasileiro.

O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs), José Carlos Silvano, também manifesta preocupação quanto à elevação dos valores com os aprimoramentos tecnológicos. As estimativas das montadoras apontam para incrementos nos preços dos caminhões da ordem de 10% a 20%. Entretanto, eles deverão se tornar cerca de 5% mais econômicos em relação ao consumo de combustível.

Silvano cita que uma diferença que será percebida em muitos modelos será a necessidade da implantação de mais um tanque. O equipamento armazenará uma solução aquosa chamada de Arla 32 (32,5% de ureia diluída em água desmineralizada). O líquido permitirá uma reação química no catalisador e resultará na redução dos níveis de NOx e de material particulado. O presidente do Setcergs explica que para cada 100 litros consumidos de diesel serão utilizados cinco litros de Arla.


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Caminhões terão tecnologia que reduz emissões

A partir de janeiro do ano que vem, os ônibus e caminhões fabricados no Brasil terão que contar com uma tecnologia de redução de emissões. O diesel vendido para esses veículos também terá que ser menos poluente. As determinações fazem parte da sétima fase do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve P7), criado pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
Com as mudanças, as emissões liberadas pelos caminhões nacionais serão equivalentes às dos veículos de países europeus (Euro5). A partir do próximo ano, para abastecer os modelos adaptados às exigências da nova norma, a Petrobras vai distribuir o diesel S-50 (com 50 partes por milhão - ppm - de enxofre). Atualmente, é fornecido no País o diesel metropolitano (para os grandes centros urbanos), com 500 ppm, e o diesel interior (para as demais regiões), com 1.800 ppm. Em 2013, será disponibilizado o diesel S-10 (10 ppm).
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Estrangeiros deixam países em crise por emprego no Brasil


O número de estrangeiros que vieram trabalhar no Brasil cresceu quase 20% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado. Eles não estão encontrando oportunidade em seus países ou têm interesse de ir a outro mercado que está aquecido. Só nos primeiros seis meses deste ano, mais de 26 mil estrangeiros receberam autorização para trabalhar no Brasil. Em sua maioria, são profissionais especializados.


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Datamex expande negócios


No mercado nacional há 6 anos, a Datamex, empresa com sede na cidade gaúcha do Rio Grande, desenvolve e implanta softwares de  gestão empresarial que operam via web. A empresa está focada no segmento de Logística, com ênfase em Transportadoras, Operadores Logísticos e Armazéns Gerais. A Datamex possui um escritório em Rio Grande com 25 funcionários e recentemente inaugurou um escritório em Porto Alegre na Avenida Pernambuco, 746. “Estamos focados no desenvolvimento de softwares de gestão para logística. Em 6 anos já conquistamos clientes em vários estados, e seguindo o nosso planejamento estratégico, foi recentemente inaugurada uma filial em Porto Alegre e já estamos nos preparando para a abertura de filiais em outras cidades portuárias  no ano que vem”, destacou o diretor Fábio da Silva Cunha.

A empresa está selecionando 2 funcionários para atuarem nas áreas de treinamento e implantação de sistemas. Os candidatos devem acessar o site www.datamex.com.br e preencher o formulário na sessão Trabalhe Conosco. As vagas são para a cidade de Porto Alegre.

Fábio Cunha aposta no aquecimento das vendas  das soluções em Software de Gestão Financeira, Gestão de Transporte (TMS), Gestão de Frotas e Manutenção (CMMS), Armazenagem (WMS), Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e na nova solução de pagamento eletrônico de frete, para substituir a Carta-frete (a chamada “carta-frete eletrônica”), atendendo a resolução ANTT 3.658.



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domingo, 14 de agosto de 2011

Exercício de emergência química mobiliza cinco empresas

                                                        por Itamar Pelizzaro


Uma operação integrada de atendimento a uma emergência química simulada mobilizou equipes de cinco empresas e motivou o acionamento do Plano de Auxílio Mútuo (PAM) de Rio Grande na tarde do dia 10. O exercício no Distrito Industrial foi organizado pela Macra, empresa especializada no transporte de granéis líquidos químicos do píer petroleiro para as indústrias de adubos. A simulação de atendimento foi montada tendo como causa inicial o descarrilamento de um vagão, que provocou o rompimento das tubulações de amônia anidra e de ácido fosfórico.

Conforme o cenário previsto para o treinamento, funcionários da América Latina Logística (ALL) executavam manutenção preventiva na linha férrea que dá acesso às fábricas da Bunge Fertilizantes e da Timac. Durante a movimentação dos vagões de apoio, um deles descarrilou e atingiu as tubulações da Macra, rompendo-as e provocando o vazamento de amônia anidra e ácido fosfórico. A nuvem de amônia resultante do rompimento das tubulações atingiu o maquinista. Quatro trabalhadores que faziam manutenção na linha férrea tentaram socorrê-lo, mas também foram atingidos pela nuvem. Todos desmaiaram e permaneceram inconscientes na área.

Como parte dos trabalhos, o auxiliar de segurança responsável pelo tráfego do estacionamento externo da Bunge percebeu o acidente e acionou a portaria da empresa. Seguindo as determinações do plano de ação de emergências (PAE), o responsável reportou o acontecimento ao supervisor de produção da Bunge, que solicitou o acionamento do alarme de emergência para reunir sua Brigada de Atendimento a Emergências.

Participaram da simulação as brigadas da Bunge Fertilizantes, Timac Agro,
 Yara Brasil, Granel Química e Macra.
O passo seguinte foi o acionamento do PAM para atendimento ao setor de fertilizantes e para apoio em equipamento e ambulâncias. A Granel Química foi avisada do rompimento das tubovias, pois havia o risco de o descarrilamento também ter atingido outras tubulações que correm paralelamente às da Macra. Para evitar maiores danos, o supervisor de operações da Macra solicitou a interrupção da descarga de ácido e do bombeamento de amônia. Também foram mobilizados o Corpo de Bombeiros e a Polícia Rodoviária Federal, além de ambulância e equipe do Centro Clínico.

Um incidente ao final do último procedimento de resgate das vítimas da intoxicação criou uma situação de atendimento real. Ao saltar do vagão, um socorrista se feriu em uma perna e pediu ajuda. Ele foi prontamente atendido pelos colegas, que executaram os procedimentos de primeiros socorros e o encaminharam para avaliação na Santa Casa do Rio Grande.

O descarrilamento de um vagão provocou o rompimento das tubulações
de amônia anidra e de ácido fosfórico.

Apesar deste episódio, o supervisor de operações da Macra, Renato Gautério, enalteceu o comprometimento das equipes de emergência das empresas participantes. “Só temos a agradecer a participação e a pronta resposta de todos. O mais importante é sabermos que podemos contar com as equipes de todas as empresas em uma situação crítica”, disse Gautério ao final do exercício, quando os participantes se reuniram e fizeram uma análise crítica do trabalho. “Estamos permanentemente nos preparando para situações adversas, realizando análise crítica corretiva com fins de prevenção para eventualidades. Assim, aprimoramos as operações e cumprimos os requisitos de licenciamento ambiental”, completou o gerente executivo da Macra, William Félix Miola.
Um dos pontos críticos citados durante a reunião de avaliação do treinamento foi a falta de colaboração de alguns motoristas que circulavam pela Av. Maximiano Fonseca, a única via de ligação do Distrito Industrial com a área central. Vários deles não deram preferência para as ambulâncias, que circularam com sirenes ligadas transportavam as supostas vítimas. Mesmo com as dificuldades no trânsito, o tempo de traslado até o hospital durou em torno de 10 minutos.
As ações de contenção dos vazamentos, de resgate das vítimas, de atendimento pelas equipes de saúde e de neutralização e remoção de resíduos foram integradas pelas brigadas da Bunge Fertilizantes, Timac Agro, Yara Brasil, Granel Química e Macra.         
Em 2011, a Macra Administração e Serviços Ltda celebra o 30º aniversário de fundação e da primeira operação realizada no Distrito Industrial. Ao longo de três décadas de atuação, a empresa manteve o foco em sua principal atividade, o transporte de insumos líquidos entre o píer petroleiro e as indústrias de fertilizantes por meio de uma tubovia com mais de 1.500 metros de extensão, e dedicou especial atenção aos cuidados com o meio ambiente, realizando constante atualização de equipamentos e exercícios simulados.



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Navio Düden é retirado do Porto do Rio Grande

O navio Düden foi retirado do Porto do Rio Grande dia 12, sexta-feira. O navio estava atracado no cais do Porto Novo desde o dia 11 de dezembro de 2009, após um incêndio em alto-mar.
Conforme o plano de reboque de alto-mar aprovado pela Capitania dos Portos, o navio foi rebocado pelo Ionion Pelagos, que é um rebocador de 100 toneladas de tração estática. Às 8h, com o rebocador posicionado na proa do navio e o apoio de outras duas embarcações, que estavam localizadas na popa, o Düden foi retirado do Porto Novo. Nos primeiros 800 metros do percurso, o navio foi puxado de ré. Chegando próximo à Ponte dos Franceses, foi realizada uma manobra de inversão, para que o navio saísse de frente.
O Düden será rebocado até a Turquia. Segundo o proprietário do navio, Jorge Luiz de Azevedo Valentim, o navio deve chegar ao seu destino dentro de 50 dias. No estaleiro turco, ele receberá uma reforma na superestrutura no processo chamado de docagem e será reclassificado para voltar a navegar como graneleiro. Enquanto o navio está em viagem, os módulos que irão compô-lo estão sendo confeccionados no estaleiro, de modo a manter o projeto original da embarcação. Conforme ele, em seis meses, no mínimo, o navio deve ficar pronto.
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Boa notícia: Porto instala máquinas para esterilização de resíduos sólidos

O Porto do Rio Grande concluiu a instalação de duas máquinas Autoclave Horizontal para esterilização de resíduos sólidos. Após a instalação e o treinamento dos funcionários, os equipamentos, com capacidade de 340 litros, já podem ser utilizados para descontaminação e desinfecção do lixo de embarcações que tenham a bordo tripulantes com suspeita de contaminação.

Com sistema de fechamento prático e seguro, este tipo de equipamento funciona através de alta temperatura de vapor, liberando, após todo processo, os materiais restantes esterilizados. O equipamento é fabricado seguindo todas as normas da ABNT e da NR-13 do Ministério do Trabalho. A aquisição do equipamento segue também as exigências da ANVISA para atracação de navios.
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Tempestades a vista

A ocorrência de tempestades em São Paulo e no Rio de Janeiro não vai parar de crescer. A constatação é de um estudo do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), em parceria com o MIT (Massachusetts Institute of Technology) e o IAE (Instituto de Aeronáutica e Espaço), que mostra que o aumento da temperatura das águas do oceano Atlântico devido ao aumento do aquecimento global é a causa direta dessa previsão.
O levantamento concluiu que as tempestades na região Sudeste serão duas vezes maiores dentro de 60 anos, se comparado ao volume atual. Nas regiões litorâneas, a ocorrência de fortes chuvas será três vezes mais intensa.
A previsão leva em conta o ritmo de aquecimento do oceano Atlântico nos últimos 60 anos. As águas ficaram 0,6ºC mais quentes.
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Clima

Guerras Climáticas:Por que Mataremos e Seremos Mortos no Século 21,é um livro, segundo os críticos, impressionante e devastador. O livro relata que neste século 21 os homens não vão mais entrar em guerra, matar e morrer só por causa da economia, da religião e dos conflitos raciais, mas também em consequência das mudanças climáticas que podem tornar imensas áreas no planeta inúteis para a sobrevivência.

Os espaços vitais disponíveis encolherão e provocarão conflitos armados permanentes. Ondas de refugiados climáticos e fugitivos do terrorismo vagarão às cegas pelo planeta. Harald Welzer nos aponta um cenário apocalíptico e adverte: o que estamos fazendo para conter o terror que se avizinha?


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A Praga da Corrupção


Revista Veja desta semana levanta mais uma denúncia de corrupção no governo Dilma ( mais uma). Reportagem intitulada A PRAGA DA CORRUPÇÃO mostra, entre outras falcatruas, que o ministro da Agricultura Wagner Rossi quando esteve no comando do Porto de Santos, usou dinheiro público para quitar dívidas de empresas privadas. E tem mais: ele está sendo acusado de cobrar propira de 2 milhões de reais numa licitação, além de participar de uma fraude eleitoral que resultou em 8 toneladas de feijão jogadas no lixo.
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Sulnorte reúne clientes em Rio Grande (RS)


No último dia 4 de agosto, a Sulnorte Serviços Marítimos Ltda., que já se encontra no seu quinto ano de serviços prestados ao Porto do Rio Grande, reuniu clientes e amigos para um Happy-Hour no restaurante República Garden Grill. Na ocasião também estiveram presentes  autoridades marítimas e portuárias.









Cmte . Correia  (Capitão dos Portos)
Felipe Gouvea (Diretor Executivo -Sulnorte)
Cmte. Gama (Chefe do Estado Maior)


Jose Carlos Ramos (Gerente de Operações – Sulnorte)
Rudinei Machado (Gerente Filial Rio Grande – Sulnorte)
Felipe Gouvea (Diretor Executivo – Sulnorte )
Washington de Barros Jr  (Presidente – BBC Chartering )
Adicionar legenda

Kurt (Diretor da AMRG/Cargonave)
Manoel Ramos (Gerente Comercial – Sulnorte )


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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Sulnorte participa de operação inédita no lançamento da plataforma P-59


No dia 06 de junho de 2011, foi realizada na Bahia, com participação de rebocadores da Sulnorte Serviços Marítimos LTDA, a operação inédita no Brasil de lançamento de uma plataforma utilizando como carreira de lançamento uma balsa de grande porte.

Construída no canteiro de São Roque pelo Consórcio Rio Paraguaçú, constituído pelas empresas brasileiras Odebrecht, UTC e Queiroz Galvão, a plataforma P-59 foi inicialmente transferida do seu local de construção para o convés da balsa de lançamento, em uma operação conhecida como “Load-out”.

Após esta operação, a balsa foi deslocada utilizando-se os rebocadores até o local de lançamento no Rio Paraguaçú. Neste local, a balsa foi cuidadosamente lastrada para atingir o ângulo ideal de lançamento da Plataforma P-59. Durante este período, o conjunto foi mantido em sua posição, numa operação coordenada entre a Praticagem de Salvador e os rebocadores SN David, SN Aragipe e Pituba, da SULNORTE, além de outros dois rebocadores (Excalibur e Merlin).

O lançamento ocorreu no horário programado, sem que tenha havido nenhuma ocorrência fora do planejado. Após o lançamento, tanto a plataforma P-59 quanto a balsa retornaram para o cais no canteiro de obras de São Roque.

O sucesso da operação decorreu de um planejamento cuidadoso e minucioso de todos os aspectos referentes à operação, além do comprometimento responsável de todos os participantes, fato relevante pela técnica utilizada, o que coloca o Brasil em uma posição de destaque em operações desta natureza, no cenário mundial.



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sábado, 6 de agosto de 2011

Veja Slide Show da Câmara de Comércio do Rio Grande

A Câmara de Comércio de Rio Grande é a mais antiga entidade de classe do estado e a quarta do Brasil, fundada em 26 de setembro de 1844. Quando criada, a denominação era Praça de Comércio. Em seguida, passou a chamar-se Associação Comercial e, em 25 de setembro de 1919, recebeu a atual denominação.

Verdadeiras obras de arte integram o acervo da Câmara de Comércio. Uma delas é o quadro que retrata Buarque de Macedo, tela produzida pelo renomado pintor brasileiro Victor Meirelles. No livro de presenças constam assinaturas ilustres como as da princesa Izabel e do Conde D'Eu, que também visitaram a entidade.

A entidade criou o Programa de Visitação Permanente ao prédio. Para agendar uma visita envie a solicitação para o e-mail secretaria@camaradecomercio.com.br ou ligue para o número 32312399.







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