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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

OSX lança vídeo da chegada do FPSO OSX-1

A unidade saiu de Cingapura em agosto e viajou durante 45 dias até aportar no Rio de Janeiro

A OSX, empresa do Grupo EBX que atua no setor de equipamentos e serviços para a indústria offshore, está com novo vídeo na internet. O filme tem duração de 41 segundos e mostra a chegada do primeiro FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de óleo) da companhia, o OSX-1.

Com 271,75 metros de comprimento e capacidade de armazenamento de até 900 mil barris de petróleo, o FPSO OSX-1 será afretado pela OGX por 20 anos. A unidade dará início ao processo de produção do primeiro óleo da companhia ainda este ano na acumulação de Waimea, na Bacia de Campos.

Recentemente a OSX também lançou o hotsite para que os internautas pudessem acompanhar a vinda do FPSO-OSX 1. Entre outras ações, a ferramenta permite um tour virtual pela estrutura da unidade.

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domingo, 9 de outubro de 2011

ARTIGO: O Polo Naval está preparado para expandir ao longo da hidrovia

*Alex Neves Strey, diretor da Polar Inteligência em Meio Ambiente

O histórico do Polo Naval, na questão ambiental, começou em 2004 com os Estudos de Impacto Ambiental do ERG 1 e do Aker Pomar. Esses estudos foram apresentados à Fepam e em 2005 houve as primeiras audiências públicas. Foi quando o município de Rio Grande e a região começaram a conhecer as peculiaridades ambientais que surgiam a partir da construção dos empreendimentos que formariam esse complexo de grande porte.



Entre 2006 e 2007, o estaleiro ERG 1 foi implantado juntamente com os programas ambientais necessários ao desenvolvimento da obra. Isso gerou aprendizados para todos os envolvidos: órgãos ambientais, Ministério Público, administrações municipais, entidades de Estado voltadas à infraestrutura e fomento e comunidade local. Foi uma preparação para o futuro que se avizinhava.



Em relação aos compartimentos ambientais do meio físico e biótico, o impacto foi bastante pequeno, porque não é uma indústria com grandes externalidades. Seus efeitos ficam alocados aonde ocorre a produção. Por outro lado, são significativos os impactos sociais e econômicos. Esse foi o principal aprendizado com a implantação do ERG 1. O incremento populacional foi muito grande, o que criou uma enorme pressão sobre a infraestrutura de Rio Grande e região.



O início dessa caminhada serviu de referência para os licenciamentos ambientais e a implantação dos outros estaleiros. Nessa sequência, os processos se tornaram mais complexos, culminando nas medidas antecipatórias exigidas para o EBR, em São José do Norte.  Questões de ampliação e de qualificação da infraestrutura, além de outros pontos socioeconômicos, terão que ser antecipadas na sua estruturação.


Mas as experiências acumuladas e estudos feitos amadureceram a região. Hoje, há preparo para estender as atividades de fabricação de peças offshore. Rio Grande, São José do Norte e Pelotas tem um limite de recepção e a hidrovia é um agente de ligação com outras cidades que têm vocação industrial. É uma movimentação natural e deve acontecer rapidamente, já que o Governo do Estado projeta isso por meio da Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento.


Tudo o que se aprendeu é o que está qualificando o planejamento da extensão, partindo de Rio Grande para Rio Pardo. A expertise acumulada fará com que esse avanço seja objetivo e eficiente em relação às necessidades ambientais. O maior cuidado quanto à extensão do Polo Naval ao longo da hidrovia é acerca do impacto na infraestrutura urbana e de serviços das localidades. Os outros impactos, conforme já se verificou, são de menor monta e plenamente mitigáveis dentro do processo produtivo interno das fábricas. Mesmo assim, é bastante importante que sejam comunicados aos stakeholders atuantes. Embora sejam pequenos, para a implantação de novos empreendimentos nessas áreas, é fundamental desenvolver programas de relacionamento institucional com a população.



Alex Neves Strey é diretor executivo da POLAR - Inteligência em Meio Ambiente e participou, desde 2004, da construção de diversos Estudos de Impacto Ambiental dos empreendimentos do Polo Naval. Atualmente, a POLAR é responsável pelas demandas ambientais, de implantação e operação, da maior parte das empresas instaladas no Polo Naval: Petrobras, W Torre, Wilson,Sons, Ecovix, Engevix, Bunge e EBR.


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Estaleiro da EBR

O investimento no estaleiro é estimado atualmente em R$ 672 milhões

A Polar Inteligência em Meio Ambiente apresentou detalhes sobre o impacto da implantação do Estaleiro da EBR em São José do Norte, responsável que é pelo EIA Rima. A apresentação foi   semana passada no Centro Administrativo do Estado em reunião coordenada pela AGDI. O número de empregos gerados poderá ser maior que a população ativa da cidade conhecida pela produção de cebola. “O principal desafio a ser vencido é o licenciamento ambiental.

Os prazos são curtos e a demanda não espera”, afirmou o diretor da EBR Eduardo Nunez. O estaleiro terá 1,5 milhão de m² - o triplo da área em comparação com o Estaleiro Rio Grande - e estima processar 110 mil toneladas de aço por ano, seis vezes mais do que o Estaleiro do município vizinho.
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Rumo a Londres


O para-atleta gaúcho de Rio Grande,Vladmi dos Santos, tem tudo para integrar a equipe do Brasil que vai disputar, em Londres, as Paraolimpíadas de Verão 2012. Patrocinado pelo Tecon Rio Grande, ele conseguiu o melhor tempo entre os deficientes visuais (3h8min12seg) na Maratona de Berlim no último dia 25, percorrendo 42 quilômetros pelas ruas da cidade. A decisão está nas mãos do Comitê Paraolímpico Brasileiro.
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Ministro dos Portos anuncia licitação para dragagem

O ministro dos Portos, Leônidas Cristino, acompanhado do govenador do Estado, Renato Casagrande, anunciou a publicação do edital de licitação internacional para a dragagem e derrocagem da Baía de Vitória. O anúncio foi feito na sede da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa).
Além da dragagem, o ministro anunciou a ordem de serviço para as obras de contenção e ampliação do cais comercial do Porto de Vitória, concretizando o processo turbulento de ampliação do porto. O projeto de dragagem e derrocagem da Baía de Vitória para permitir a entrada de navios maiores prevê o despejo do material dragado a 6 quilômetros do litoral da praia de Itapuã, em Vila Velha.
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Brasil vai mandar módulo de pesquisas para interior da Antártida


O Brasil está perto de concluir o projeto de um novo módulo de pesquisas que vai operar no interior da Antártida. O Criosfera 1 será o primeiro a funcionar 24 horas por dia, sem ser monitorado por técnicos. O módulo se encontra em São José dos Campos (SP), onde especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) estão instalando equipamentos e sistemas de energia. Ele funcionará com painéis fotovoltaicos e geradores eólicos, logo não utilizará combustíveis fósseis.

Criosfera 1, módulo de pesquisas brasileiro que será enviado para a Antártida (Foto: AE / Lucas Lacaz Ruiz)


Até o fim do mês, o trabalho deve ser concluído. Em seguida, o Criosfera 1 será levado para Porto Alegre antes de ir para a Antártida. O ponto final da viagem está na latitude 85°S, a cerca de 500 quilômetros do Polo Sul geográfico. A estação de Comandante Ferraz, base fixa do Brasil no continente, fica na latitude 62°S.
O aparelho vai coletar dados sobre a meteorologia e a composição química da atmosfera da região. O objetivo é analisar as consequências climáticas da redução da camada de ozônio e o transporte de poluentes para o ar da região.
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O turismo no embalo do polo naval gaúcho

 Sede da Mega Soluções em Rio Grande na rua Andradas, 184

Em março de 2012, a Mega Soluções em Viagens completa cinco anos de atividade em Rio Grande, a cidade portuária que hoje é a sede de bilionários investimentos da indústria naval. Os reflexos da revolução econômica no mais antigo município gaúcho foram inevitáveis também na empresa. “Nosso faturamento triplicou se compararmos o início das atividades, em 2007, com a realidade atual”, afirma o diretor Julio Santana. Enquanto concedia entrevista por telefone, o empresário comemorava o fechamento de mais um contrato para prestar serviço à uma empresa do setor portuário.

Empresa do trade turístico gaúcho atuante como agência de viagens, aMega Soluções em Viagem surgiu em março de 2007. Localizada no centro da cidade - rua Andradas, 184 -conta com um grupo de colaboradores qualificados e treinados regularmente para prestar uma consultoria rápida e segura a clientes, parceiros, fornecedores e a comunidade. O turismo continua sendo o foco das atividades através da venda de passagens aéreas, pacotes turísticos em cruzeiros marítimos e o acompanhamento durante a logística necessária para o período de férias e descanso. “O turismo é o nosso carro chefe e percebemos que o fluxo de turismo aumentou em função do crescimento da cidade e do aumento no poder aquisitivo”, afirma Santana. Outro serviço oferecido é a locação de ônibus para excursões ou viagens em grupo. Mas o polo naval também vem abocanhando parte da frota da empresa para a realização do transporte corporativo dos funcionários, de casa até o canteiro de obras.

Júlio Santana, diretor da Mega Soluções
A empresa confirma a intenção de instalar uma filial no município vizinho. “O crescimento de Rio Grande acaba respingando em Pelotas”. Outra proposta é criar um departamento específico para o atendimento de empresas da região oMega Viagens VIP Corporate. Mais investimentos para acompanhar a demanda do mercado. “Antes, a grande maioria tinha a visão de que o segmento turismo era apenas passagem aérea e hotel. Nós queremos e estamos criando novos serviços, novos produtos. No caso das empresas do polo naval, por exemplo, nós fizemos a assessoria desde o momento que o engenheiro chega a Rio Grande, auxiliando na escolha do hotel, na locação do apartamento, do aluguel, agregando produtos e fugindo do serviço convencional”, complementa Santana. “A tendência é de crescimento diário”.
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sábado, 8 de outubro de 2011

Energia elétrica limpa na Antártica

A operação de embarque dos equipamentos e tanques de etanol está sendo feita esta semana e o Navio de Apoio Oceanográfico Ary Rongel, da Marinha do Brasil, parte neste domingo (9/10) para a Antártica

A Petrobras, a Vale Soluções em Energia (VSE) e a Marinha do Brasil, a partir de acordo de cooperação científico-tecnológico, se uniram em um projeto pioneiro: vão produzir energia elétrica limpa a partir de motogeradores a etanol na Estação Antártica Comandante Ferraz. A operação de embarque dos equipamentos e tanques de etanol está sendo feita esta semana e o Navio de Apoio Oceanográfico Ary Rongel, da Marinha do Brasil, que apoia o programa, parte neste domingo (9/10) para Antártica.

A Petrobras fornecerá os 350 mil litros de etanol necessários à operação e, por meio de acompanhamento tecnológico, validará a utilização do etanol em condições de baixa temperatura. A companhia reforça, com mais essa iniciativa, sua atuação de vanguarda no uso de etanol para produção de energia elétrica. No ano passado, realizou um projeto inédito: a conversão da usina termelétrica Juiz de Fora, que operava com gás, para funcionar também com etanol.


Ricardo Castello Branco, diretor de etanol da Petrobras Biocombustível, James Pessoa, presidente da VSE, Marcelo Luis Seabra Pinto, capitão de Mar-e-Guerra e comandante do navio Ary Rongel, Geraldo Juaçaba, comandante da Marinha
Parceira da Marinha há quase 30 anos, a Petrobras participa ativamente das operações desenvolvidas pelo Brasil na Antártica. Desde a criação do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR), em 1982, fornece combustíveis, atua na revitalização da estação e, mais recentemente, desenvolve acordo de cooperação com foco na utilização de uma matriz energética mais limpa naquele continente.

O motogerador a etanol é produzido pela empresa VSE - Vale Soluções em Energia S.A., uma sociedade entre a Vale e o BNDES, que desenvolveu uma tecnologia totalmente nacional para que motores pesados possam gerar energia limpa, usando etanol sem qualquer tipo de aditivo.

Esse sistema inclui um sofisticado equipamento de controle e comando via internet e será instalado na Estação Antártica no início de novembro, logo após a chegada do Navio Ary Rongel. Cerca de 15 dias depois, terá início um programa científico de avaliação, para assegurar que todos os requisitos de segurança operacional estejam adequados às rigorosas condições impostas pelo clima antártico. Com isso, a operação colocará o Brasil como o primeiro país do mundo a utilizar biocombustível para a geração de energia elétrica naquele continente.

Brasil mantém base de pesquisa na Antártida, como parte do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) (Foto: Alister Doyle / Reuters
O PROANTAR, coordenado pela Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM), tem dentre suas prioridades a qualidade ambiental das operações do Brasil na Antártica. O fato de o Brasil ser o primeiro e único País a usar biocombustíveis para gerar energia limpa naquele continente, com tecnologia 100% nacional, reforça a qualidade da atuação brasileira na Estação Antártica Comandante Ferraz, especialmente neste momento, em que se aproximam seus 30 anos de operação contínua.

O projeto é beneficiado pela Lei da Inovação, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), que promove e incentiva o desenvolvimento de produtos e processos inovadores voltados para atividades de pesquisa.

Estação Antártica Comandante Ferraz

A estação brasileira é operada pela Marinha do Brasil e foi instalada na Baía do Almirantado, localizada na Ilha Rei George, no verão de 1984. A partir de 1986, passou a ser ocupada anualmente e guarnecida por militares da Marinha do Brasil e pesquisadores, podendo acomodar até 58 pessoas. A estação possui 13 laboratórios destinados às ciências biológicas, atmosféricas e químicas.



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Entrevista Jayme Ramis, diretor da Revista Conexão Marítima


Qual a avaliação que o Sr. faz do Navegar 2011?
O Congresso NAVEGAR 2011 preencheu perfeitamente o objetivo a que se propõe: o  de ser um Fórum Permanente de Discussões Pró-Desenvolvimento do Estado do RS. Neste ano, trouxe à discussão as questões ambientais relativas a energias alternativas e renováveis, dentro da lógica da Sustentabilidade. Creio que, cada vez mais, o mercado gaúcho está aberto para novos desafios tecnológicos, especialmente vinculados ao Setor Naval e Hidroportuário, pois existe um potencial ainda muito grande em nosso Estado a ser desenvolvido.

O uso das hidrovias, por exemplo, é um deles. Hoje, temos mais de 600 Km de hidrovias navegáveis que poderiam estar sendo melhor utilizados, logisticamente falando, ajudando a diminuir o número excessivo de caminhões na estrada. Da mesma forma, resta ainda quase que inexplorada a malha ferroviária em direção ao Porto do Rio Grande. A Tubovia, como forma de promover o desenvolvimento sustentável e utilizando fontes alternativas e renováveis, quase que inexiste em nosso estado. O novo Cluster naval, que se instala na metade Sul do RS, é extremamente dependente de parques metalmecânicos de fora da região, com custos logísticos ainda caros. O RS ainda não dispõe de Aeroporto Internacional de Cargas, que deveria estar instalado na Região próxima ao Porto do Rio Grande.

Já foram definidos os temas do Navegar 2012?
Estamos trabalhando com nomes de repercussão internacional que possam ajudar a coletividade portuária, naval e de serviços afins a vislumbrarem as possibilidades de mercado atual e futuro que esses segmentos podem proporcionar. Cabe salientar que, como neste ano, estaremos promovendo a 1ª FEIRA DO POLO NAVAL RS, juntamente com  os setores de Portos, Terminais e Logística e Transportes, o Congresso NAVEGAR 2012 precisará sofrerá  uma certa adequação a esse novo momento.

Porque o evento será realizado em Rio Grande?
Já há bastante tempo que a cidade do Rio Grande merece uma Feira do porte que estamos planejando juntamente com o Congresso Internacional  NAVEGAR. Teremos grandes aliados nesse projeto como: a Prefeitura Municipal  do Rio Grande, a Universidade Federal (FURG), que estará promovendo uma série de eventos paralelos, focados na Inovação tecnológica; a Petrobras, que será a patrocinadora âncora dos eventos, já que é o motivo da existência do Novo Polo Naval que aqui se instala; o estado do RS, através da AGDI-Agência de Desenvolvimento do governo gaúcho; e, tantas  entidades representativas do Setor, como ABENAV, SINAVAL, ONIP, ABTP, ANTF, SEBRAE, APEX, FIERGS, entre outras. O Porto do Rio Grande, é claro, capitaneia tudo isso, pois é em sua área de administração que tudo isso acontece.





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sábado, 1 de outubro de 2011

Polêmica: União vai renegociar contratos de 16 portos

No porto de Rio Grande, transferido ao governo gaúcho, foram investidos R$ 462,4 milhões no prolongamento dos molhes
O governo federal renegociará os contratos de todos os portos que têm a administração delegada a Estados, municípios e à iniciativa privada, para ter mais influência na gestão e dividir os investimentos em obras como dragagem e ampliação de capacidade. A revisão deverá abranger 16 portos, que receberam quase 93 milhões de toneladas de mercadorias no ano passado, o equivalente a 32% do movimento total no sistema.

A prioridade do governo é mexer nos contratos de três terminais: Paranaguá (PR), Rio Grande (RS) e Itaqui (MA). Mas também estão na lista portos como Imbituba (SC), único concedido até agora ao setor privado, e São Francisco do Sul (SC), cujo contrato com o governo catarinense já expirou e foi renovado ontem, em caráter provisório, por mais oito meses.

O processo de repactuação deverá começar no primeiro semestre de 2012, tão logo a Secretaria de Portos receba a versão final dos estudos que compõem o Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP), um diagnóstico dos investimentos e das necessidades de ampliação nos terminais brasileiros pelos próximos 20 anos.
O ministro-chefe da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino, recebeu sinal verde do Palácio do Planalto para levar adiante a revisão. Na avaliação do governo, há portos delegados que não cumprem à risca a exigência de reinvestir integralmente o lucro obtido com as tarifas. Em alguns casos, as receitas portuárias entram em um caixa único das prefeituras ou dos Estados, gerando confusão no momento de definir o orçamento para obras nos terminais.

O aprofundamento dos canais de Itajaí, sob gestão da prefeitura, está sendo bancado com recursos federais. Em Itaqui, cuja administração compete ao Maranhão, a União aplicou R$ 73 milhões em dragagem do canal de acesso e assumiu a maior parte do investimento na recuperação de um berço e na construção de outro.

O advogado Fábio Alves Moura, do escritório FHCunha e especialista em infraestrutura, observa que, "em geral, as cláusulas dos contratos de delegação são bastante vagas e não especificam condições objetivas de operação", o que pode dificultar uma renegociação. Para ele, o sistema portuário não conseguiu acompanhar o crescimento da demanda nos últimos anos, apresentando "custos altos e eficiência operacional reduzida". "O próprio modelo, com portos públicos, privados e delegados, traz alguma confusão", diz Moura.
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Transpetro sai na defesa do "João Cândido"

Recentemente, a revista Veja publicou reportagem com críticas ao atraso na entrega do navio "João Cândido", do Estaleiro Atlântico Sul. O título da matéria era altamente irônico: " Dinheiro no Mar". Sobre isso, comentou o presidente da Transpetro, Sérgio Machado: " Disseram que o navio estava torto. Não está. O atraso se deve à construção do estaleiro em tempo recorde, ao mesmo tempo que a montagem do navio. O navio está muito bom, está sendo classificado por entidades internacionais, que certificam a qualidade para operação e em breve será incorporado à frota da Transpetro.
O nome do navio é considerado, no meio marítimo, como uma provocação infantil às forças armadas. João Cândido era um suboficial, chamado de "almirante negro", que liderou revolta na Marinha do Brasil. A homenagem irritou a Marinha e não trouxe qualquer benefício objetivo para o governo. A escolha não foi da Transpetro, mas dá Presidência da República.
Após encomendar 49 navios, nos planos de modernização (Promef) I e II, Machado promete lançar o Promef III este ano, o que poderá não ocorrer, diante das dificuldades geradas pela crise internacional. No entanto, Machado garante que isso deverá ocorrer até dezembro. O número de navios do Promef III não foi anunciado, mas o mercado estima que seja em torno de 20 unidades.
O Brasil tem a 5a. maior carteira mundial de encomendas e a quarta em navios petroleiros e que, em breve, o Brasil deverá passar e 3º em petroleiros, superando o Japão.
Em outubro, a estatal receberá o primeiro navio de sua nova fase de encomendas: será o "Celso Furtado", construído no estaleiro Mauá, de Niterói (RJ).



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Praça Rio Grande Shopping é lançada para investidores

O Shopping vai ser erguido na área do antigo Jockey Club em um terreno de 190 mil metros quadrados
A 5R Shopping Centers recebeu no dia 28 de setembro, cerca de 120 convidados na Câmara de Comércio do Rio Grande e apresentou os projetos do empreendimento.Estiveram presentes os investidores dos hotéis que serão construídos no complexo junto ao shopping o diretor Artur Bing e o Diretor de Marketing Wesley Cardia da Incorporadora Bing, de Porto Alegre.
No evento os executivos falaram sobre as intenções de fazer parte de Rio Grande. “O Shopping é um organismo vivo dentro de uma sociedade, ele muda sempre, com as tendências de moda, se adapta a cultura local. Por isso estamos construindo esse shopping, para as pessoas de Rio grande, que moram aqui e merecem todos os serviços, o lazer e a qualidade que o empreendimento se propõem", disse Felipe Fulcher, presidente da 5R Shopping Centers.

O projeto do shopping foi feito exclusivamente para Rio Grande, pensando em preencher diversas lacunas que apontaram uma profunda pesquisa de mercado feita no município. “Identificamos, na pesquisa que fizemos, uma grande carência de entretenimento, lazer e cultura na cidade, por isso anunciamos hoje importantes âncoras dessas áreas: a Cinesystem vai trazer quatro salas de cinema totalmente digitais, com uma estrutura que no Brasil tem apenas em um complexo no Rio de Janeiro, o segundo, será aqui, para Rio Grande e a Zig Zag Play, que vai garantir muita diversão com brinquedos e jogos eletrônicos",adiantou César Garbin, diretor de Operações da 5R Shopping Centers.


Para o prefeito do Rio Grande o desenvolvimento do Rio Grande já é um caminho sem volta. “Ficamos felizes por estarmos vivendo esse momento da cidade, e estamos estudando e planejando todas essas mudanças. Queremos trazer para cá empreendimentos que agreguem valor, que contribuam com o desenvolvimento", disse Fábio Branco.
As quatro salas de cinema anunciadas já nascem com a possibilidade de ampliação para seis salas. O projeto é ter,agora,quatro salas 100% digitais, sendo que uma terá tecnologia 3D. Antecipando uma tendência tecnológica a Cinesystem vem instalando somente salas digitais eliminando os projetores de película, o que permite programar muito mais filmes e com maior qualidade de exibição.

Além disso, as salas de Rio Grande terão som dolby digital, telas Gigantes, projetores digitais para ‘Pre Show’, poltronas em couro ecológico, com porta copos, ‘Love Seat’, encosto reclinável e tratamento acústico desenvolvido por empresa especializada.A sala 3D oferece ao público uma nova dimensão em cinema, pois usa tecnologia de projetores digitais 3D com homologação DCI Cinema, e novos processadores de som da dolby digital, com telas acima de 20 metros de largura e 10 metros dealtura, gerando uma experiência impressionante.

Fábio Branco (prefeito do Rio Grande),Cesar Garbin (diretor de operações da 5R Shopping Centers) e Felipe Fulcher (presidente da 5R Shopping Centers)

Artur Bing (diretor da Incorporadora Bing), Fábio Branco e Wesley Cardia (diretor de Marketing da Incorporadora Bing)

 

Evento reuniu empresários e convidados da região na Câmara de Comércio




Veja detalhes do projeto Praça Rio Grande Shopping
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RD Gerenciamento completa cinco anos

Fundada em agosto de 2006, a empresa RD Gerenciamento iniciou suas atividades no sul do Brasil. Hoje, após cinco anos no mercado, conquistou o reconhecimento de clientes e um espaço no concorrido setor portuário. “As metas traçadas pela RD Gerenciamento vem sendo atingidas e nossa metodologia de trabalho, aceita pelo cliente. Ultrapassar a barreira dos cinco anos nesse mercado competitivo é uma grande vitória para nossa equipe”, afirma Roger Aquino, Diretor Geral da empresa.
A RD Gerenciamento opera em todos os portos do Brasil, além de possuir agentes em todo o mundo, o que facilita a realização da operação completa, desde trâmites de frete marítimo, frete rodoviário, desembaraços aduaneiros, dentre outros serviços oferecidos. “Assim, contemplamos todas as necessidades de nossos clientes em todo o Brasil, com referencia aos maiores mercados, que estão nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais”, salienta Aquino. Nesses cinco anos, a RD Gerenciamento também vem conquistando clientes em outros países, como Argentina, Colômbia, Nicarágua, Cartagena, Chile, EUA, Reino Unido, Angola, África do Sul, Cingapura, Palestina e países da Ásia. “Nosso foco é o do cliente, ou seja, atuamos sempre buscando no mercado soluções que o cliente necessita, analisando o mercado e suas tendências com a mesma perspectiva e objetivo do cliente”, afirma Aquino.
De olho nas novas oportunidades, a empresa afirma que está se preparando para os próximos cinco anos, justamente para aproveitar esse momento do Brasil e eventos como os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo. “A empresa vem investindo em um crescimento sustentável em várias ações de expansão. Essas ações fazem parte do Plano do RD Grupo, onde a empresa é membro”, finaliza Aquino.
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Uma entidade aberta à comunidade


Tornar a comunidade de Rio Grande mais próxima das atividades da Câmara de Comércio. É com essa proposta que foi lançado o Programa de Visitação. E atrações não faltam. Nos seis andares do prédio histórico, às margens da Lagoa dos Patos, estão verdadeiras relíquias, como o mobiliário da época e quadros datados do século 19 e 20. Além disso obras de arte, como o quadro que retrata Buarque de Macedo, tela produzida pelo pintor brasileiro Victor Meirelles. O livro de presenças contém assinaturas ilustres como as da princesa Izabel e do Conde D'Eu, que visitaram a entidade.



COMO AGENDAR UMA VISITA
(53) 3231 2399

No prédio da entidade
Praça Xavier Ferreira, 430

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Câmara de Comércio II


A entidade de classe mais antiga do Rio Grande do Sul mais uma vez inova para ajudar no desenvolvimento da cidade e da região. Em parceria com o Grupo RBS, a Câmara de Comércio de Rio Grande promove o evento "Tá em Pauta". A cada mês um palestrante é convidado para uma conversa com os associados em uma reunião-almoço. É a oportunidade de um encontro com autoridades de renome nacional, políticos e empresários que são os responsáveis por projetos diretamente ligados a cidade do Rio Grande.

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Câmara de Comércio presta homenagens

Jantar foi realizado no Salão Nobre da entidade

Um jantar dia 30 de setembro marcou os 167 anos da Câmara de Comércio do Rio Grande.
A Câmara é a mais antiga entidade de classe do estado e a quarta do Brasil, e foi fundada em 26 de setembro de 1844. Quando criada, a denominação era Praça de Comércio. Em seguida passou a chamar-se Associação Comercial e em 25 de setembro de 1919 recebeu a atual denominação.

A noite também foi marcada por homenagens. Foram homenageados com o  Troféu Câmara de Comércio Luiz Carlos Hilário empresário proprietário da rede de hotéis Villa Moura e  Marcos Pereira Reis diretor de suporte corporativo da QUIP. Como Rio-Grandino ilustre foi homenageado Leonardo Martins Fernandez médico, chefe da emergência do complexo hospitalar da Santa Casa  de Porto Alegre.

Logo em seguida o perfil de cada homenageado:

Luiz Carlos Esteves Hilário
Luiz Carlos Hilário (esquerda), recebeu o Troféu do presidente da Câmara Paulo Somensi

Brasileiro, natural de Rio Grande, nascido em 21/06/1957. Casado com Bernadete Otoneli Hilario, tem duas  filhas Fernanda e Ligia.Formado em medicina pela Fundação Universidade do Rio Grande – FURG -, é especialista em pneumologia pela PUC Porto Alegre. Em 1985 retornou a Rio Grande e criou o primeiro serviço de broncoscopia.

Concomitantemente a atividade medica iniciou o gerenciamento do Paris Hotel, e em 1991 passou a se dedicar exclusivamente a atividade empresarial.Em 1993 iniciou a construção do Villa Moura Apart-Hotel Cassino e em 2001 a modernização do antigo Hotel Europa, atual Hotel Villa Moura Centro.
Em resposta às necessidades de Rio Grande, iniciou em 2008 a construção da quarta unidade, o Hotel Villa Moura Executivo, que se encontra em fase final de acabamento.
Para o futuro, seu próximo empreendimento será a construção do Villa Moura Pelotas, hoje em fase de projeto.

Marcos Pereira Reis
Paulo Somensi entrega o Troféu à Marcos Reis

 Marcos Pereira Reis, nascido no Rio de Janeiro, em outubro de 1962. Formado em Administração e Ciências Contábeis pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com MBA Executivo pela COPPEAD da UFRJ e diversos cursos de especialização no Brasil e Exterior.

Começou a trabalhar cedo, com 15 anos, como entregador do jornal O Globo, empresa onde ficou até encerrar a faculdade de administração. Iniciou a carreira profissional como trainee em uma multinacional de auditoria hoje, a  PricewaterhouseCoopers, onde permaneceu por quatro anos.
Em 1985, foi contratado como gerente de controladoria de uma trading que comercializava aço para o Oriente Médio e Sudeste Asiático, iniciando a experiência de negócios internacionais. Depois foi convidado para ser gerente geral de administração e finanças de uma empresa coligada à Vale do Rio Doce, onde permaneceu por três anos.
 
Em 1995, foi convidado para assumir o start up, no Brasil, da empresa criadora da garrafa Pet (a Continental Pet Technologies), posteriormente adquirida pela Owens Illionis Plásticos, onde foi promovido a diretor de operações e permaneceu por quase 11 anos.
 
Então, em 2005, foi convidado para assumir a Diretoria de Suporte Corporativo de uma nova empresa com atuação na área de construção offshore: a QUIP, uma empresa que construiria a plataforma de petróleo P-53, em Rio Grande, no Rio Grande do Sul. A missão era de longe o maior desafio da carreira, pois teria que organizar e estruturar a empresa na qual foi um dos primeiros contratados. O trabalho foi bem sucedido, e hoje a QUIP tornou-se uma empresa multiprojetos e está construindo mais duas plataformas de petróleo em Rio Grande: a P-55 e a P-63.
 
A ação da QUIP em Rio Grande é reconhecida pelos acionistas da empresa como um dos mais bem sucedidos exemplos de trabalho competente e de valorização do relacionamento com a comunidade.Hoje, a QUIP leva o nome de Rio Grande para os cinco continentes com os quais realiza negócios marcando a sua presença.
 
Muito embora passe a semana inteira longe da família que reside em São Paulo, tem como um de seus valores essenciais o relacionamento familiar, e independente da quantidade de viagens, não abre mão de estar nos finais de semana com a esposa Tatiane e seus dois filhos: Lucas e Thalissa, com quem recarrega as energias para a intensa jornada semanal de trabalho. Leia a entrevista com Marcos Reis

Leonardo Martins Fernandes
Leonardo Fernandez (esquerda), recebeu a placa do vice-presidente da Câmara Renan Gutierrez Lopes

 Leonardo Martins Fernandez, filho de Enio Duarte Fernandez e Neusa Martins Fernandez, nascido em 19/02/1964 na Cidade do Rio Grande-RS é casado com Marcia Starosta.
Cursou o  Primário na  Escola Particular Cantinho Infantil,  o Curso secundário foi no Colégio Santa Joana D’Arc.A graduação Superior foi na  Fundação Universidade do Rio Grande, tendo concluído o curso de Medicina em 1989.Fez 3 anos de Especialização em Medicina Interna, sendo um ano  na Santa Casa  e 2 anos no Hospital Conceição,ambos em Porto Alegre-RS.
Pós Graduou-se em Gestão Empresarial pelo Instituto Brasileiro de Gestão de Negócios;
Pós Graduando em Gestão em Saúde pela Fundação Getúlio Vargas;
Certificado em Qualidade Total em Saúde pelo Programa de Desenvolvimento da Gestão em Saúde da Universidade Federal do RGS (HCPA) e Santa Casa de Porto Alegre;
Certificado como Capacitado para Gestão da Qualidade Baseado na Acreditação Internacional (Metodologia Joint Comission International);
Chefe  do Serviço de Emergência do Complexo Hospitalar da Santa Casa de Porto Alegre;
Instrutor de médicos residentes  e doutourandos no Serviço de Emergência;
Irmão na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre;
Membro Executivo do Comite Municipal de Urgência e Emergência da Secretaria Municipal de Saúde do Municipio de Porto Alegre.
 
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